O envelhecimento da população seguiu a tendência de avanço acelerado no ano passado. Com isso, o Brasil vai se aproximando do fim do “bônus demográfico” — ou deixando-o para trás, dependendo da definição utilizada. O “bônus” é o impulso econômico que ocorre quando a população na faixa etária adulta, que forma a mão de obra, é maior e cresce mais do que as demais faixas da pirâmide populacional, formadas também por crianças e idosos.

Em 2012, 49,9% dos brasileiros tinham menos de 30 anos, mas essa fatia caiu para 43,3% em 2022. E os mais jovens agora não são nem a metade da população brasileira. Já o percentual de idosos (com 60 anos ou mais) subiu de 11,3% para 15,1% no mesmo período, segundo dados da Pnad Contínua Domicílios e Moradores, divulgada ontem pelo IBGE.

Segundo Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), é como se toda a população fosse dividida entre os que trabalham (os adultos) e os que não trabalham (crianças e idosos). Mais gente trabalhando, na comparação com o restante, permite um crescimento econômico “vegetativo”.

Leia o texto completo em O Globo.

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